Amanhã vou começar a trabalhar com mais profundidade uma das áreas em prioridade que estabeleci: a espiritualidade. Esse receio vem de um acúmulo de preconceitos e conceitos de outros (e não meus próprios) que me foram passados ao longo dos anos sobre tudo que gira em torno desse tema. Somado a isso, a questão do controle vem a tona. Se o objetivo dessa área é ampliar o canal de comunicação com os meus sentimentos mais profundos, é possível que esse canal amplie tanto de tamanho a ponto de não conseguir controlar o fluxo de emoções?
Controle, controle, controle. Eita palavrinha mais chata, mas que sempre aparece na cabeça. Talvez a idéia não seja controlar tudo isso. Talvez o controle seja desnecessário, e o aprendizado de como formar esse canal ensine algo sobre o que flui por ele e o que não flui. Mas não sei porque, eu sinto que não deveria me preocupar com isso. Afinal, falta de controle nunca foi o meu problema, e sim o contrário. Esse aprendizado pode até ajudar a liberar um pouco mais o controle de tudo dentro de mim.
Bom, mas mesmo com dor de barriga não vou dar bolo. Não nisso.
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