Segundo dia das práticas postas em prática......
tudo indo bem por enquanto. Mudança nutricional conseguida sem muitos problemas, nem está incomodando muito, pra falar a verdade. A estratégia "já comi muito disso na vida, ficar um pouco sem não vai matar" está dando certo...
Quanto às outras metas acho que estão encaminhadas... Disposição e motivação são o resultado de muita coisa, desde o clima do dia até se o corinthians ganhou ou não no fds (mentira, não assisto futebol, mas deu pra pegar a idéia). Mas acho que está dando resultados positivos, pelo menos estou conseguindo resolver algumas coisas no trampo e do TCC (o que mais me preocupa, na verdade)
Resumo, acho que a semana vai correr bem. Li num blog que mercúrio e uma pancada de planetas estão em áries essa semana (#useful information), o que significa apelo maior para alcançar objetivos, começar coisas novas e movimentar o que está parado. O começo disso já deu pra sentir na pele.
terça-feira, 26 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Início
Estava eu dirigindo de volta para casa, ouvindo ocasionalmente Shakira - Estoy Aqui (?), quando tive uma idéia. Sabe quando você tem uma idéia e parece que ela, do nada, faz sentido totalmente com tudo que você buscava entender há muito tempo? Esse tipo de idéia simplesmente parece ser correto, longe de falhas e imperfeições, e tudo isso sem explicação lógica coerente... você só sente, sabe Deus porque, que ela faz sentido. Pois bem, foi esse tipo de idéia (ou epifania, alguns diriam) que eu tive. E ela consiste basicamente em um plano.
A gente vive criando planos na vida. Todos os planos com objetivos, metas primárias e secundárias, ponto de partida e caminho definido. Tudo como manda a nossa boa e velha terapeuta. As vezes a gente alcança o que quer, as vezes não (e nos frustramos), as vezes o caminho sai do jeito que a gente planejou, as vezes não. Enfim, apesar de parecerem um mar de regras num universo de caos e possibilidades, esses planos são essenciais para a nossa vida, desde o cotidiano, até a vida futura (vida no contexto mais amplo). Esses planos servem muitas vezes para organizar as idéias, os objetivos, canalizar a nossa energia em uma determinada meta, dar focus (cultura inútil: que do latim, significa fogo, lareira) no processo que queremos atingir. E talvez meu erro nos últimos tempos tem sido organizar e tentar controlar demais ou totalmente esses processos - mas isso fica para uma próxima discussão. Enfim, os planos são indispensáveis, otherwise, o mundo seria um sanatório a céu aberto.
A idéia que eu tive foi de desenvolver um plano de 5 metas, e atacar de frente o que mais me incomoda atualmente (não sei porque 5, mas o número 5 me veio na cabeça na hora). E o que mais me incomoda, ou o que eu acho que é importante ser resolvido e eu não estou dando tanta prioridade à resolução, são os seguintes pontos:
A gente vive criando planos na vida. Todos os planos com objetivos, metas primárias e secundárias, ponto de partida e caminho definido. Tudo como manda a nossa boa e velha terapeuta. As vezes a gente alcança o que quer, as vezes não (e nos frustramos), as vezes o caminho sai do jeito que a gente planejou, as vezes não. Enfim, apesar de parecerem um mar de regras num universo de caos e possibilidades, esses planos são essenciais para a nossa vida, desde o cotidiano, até a vida futura (vida no contexto mais amplo). Esses planos servem muitas vezes para organizar as idéias, os objetivos, canalizar a nossa energia em uma determinada meta, dar focus (cultura inútil: que do latim, significa fogo, lareira) no processo que queremos atingir. E talvez meu erro nos últimos tempos tem sido organizar e tentar controlar demais ou totalmente esses processos - mas isso fica para uma próxima discussão. Enfim, os planos são indispensáveis, otherwise, o mundo seria um sanatório a céu aberto.
A idéia que eu tive foi de desenvolver um plano de 5 metas, e atacar de frente o que mais me incomoda atualmente (não sei porque 5, mas o número 5 me veio na cabeça na hora). E o que mais me incomoda, ou o que eu acho que é importante ser resolvido e eu não estou dando tanta prioridade à resolução, são os seguintes pontos:
- Auto-estima: Ponto importante a ser desenvolvido no homem moderno. Principalmente num jovem criado a leite com pera e ovomaltino (ou como diria uma amiga, criado pela avó)
- Disposição: E disposição entra aqui como energia para realizar atividades. Quantas e quantas vezes surge aquela sensação de que estamos sendo deglutidos e devorados pelo sofá, abraçados pela maciez de suas almofadas e absolutamente incapazes de sequer cogitar qualquer impulso nervoso aos nossos músculos (ok, muito dramático...), e você acaba passando o dia inteiro entre Grey's Anatomy e Friends. Pior: as vezes isso acontece durante o expediente...
- Espiritualidade: É difícil ver alguém falar em espiritualidade hoje em dia, ainda mais no mundo cético (ou que se faz de cético), cientificista e mind-your-own-business que vivemos. É só você acender uma vela em casa que já te chamam de macumbeiro. Mas porque, se colocarmos a espiritualidade como uma conexão com si próprio?
- Alegrias: Sim, no plural, e indicando mais um substantivo que um adjetivo. Será que a gente faz realmente o que a gente gosta? Quem nunca foi em algum lugar, mesmo não estando a fim, mas para não descontentar um amigo ou familiar. O domingo chega, e você percebe que não fez nada que te desse um prazer excepcional durante o feriado...alegrou mais aos outros que a si mesmo.
Bom, a idéia é tomar ações que tragam melhorias nesses 5 pontos. As ações são as seguintes:
- Auto-estima: Auto-estima, para mim, está diretamente ligado com a forma que você se vê, interna e externamente. Como o interno eu já venho cuidando há um bom tempo, acho que chegou a hora de resolver o externo. A verdade: no pain no gain. Uma mudança nutricional completa, comendo corretamente e descartando o que pode ser descartado. O bem da verdade é que a gente sabe o que pode comer, o que faz mal, ou a hora que o seu fígado fala "Puta que o pariu, eu não sou feito de aço seu merda!". Já comi demais nessa vida bacon, fritura, massas e doces. Ficar sem comer isso por um tempo, e depois adicioná-los em pouca quantidade no cotidiano, não vai me matar ou me fazer se enforcar com o cadarço do tênis. A mudança alimentar terá de vir acompanhada de atividade física, impreterivelmente. Qualquer uma serve, mas na hora eu acho que estou mais para uma academia. Ainda não encontrei o gosto por correr longe de esteira, e outras atividades não me interessam agora.
- Disposição: A mudança de hábito alimentar e atividade física com certeza também atuará na disposição diária. Mas outros fatores estão relacionados aqui, mais psicológicos. Aquela eterna disputa entre cama X trabalho, emprego velho X emprego novo, namorada antiga X solteirice. Outra expressão americana entra aqui: The grass is always greener on the other side of the fence. A verdade absoluta é que não sofro tortura psicológica para fazer o que faço, ninguém aponta um .38 na minha testa todo dia de manhã e me diz "Acorda", e nem minha chefe obriga que eu negocie um caminhão de crack com traficantes bolivianos diariamente. Tudo o que faço é por que escolhi fazer. Escolhas erradas? Não. E ponto. O passado a gente não muda, o futuro a Deus pertence, então é no presente que se deve trabalhar. No dia a dia, principalmente no que se fala e no que se pensa.
- Espiritualidade: Essa é a mais fácil de todas. Tenho certeza que já encontrei um caminho para se comunicar comigo mesmo e com o que considero divino. Desde que me conheço por gente, frequento essa religião, e estudando mais sobre isso que vou aprimorar esse ponto.
- Alegrias: Essa foi difícil de perceber. Fazer o que te deixa feliz muitas vezes esbarra em n outras questões, como a financeira, geográfica, horária, e nos outros pontos listados acima. A verdade é que na ponta do lápis, sempre gasta-se dinheiro em coisas desnecessárias e que poderia ter sido gasto no que te faz feliz; muitas vezes do lado da sua casa (ou no mesmo continente que o seu) pode-se encontrar a mesma coisa procurada em um lugar inacessível; e tempo é que nem o metrô as sete da manhã: espreme que cabe (também vale o gastar tempo em coisas que não te faz feliz). Decidi, então, que uma vez por semana, vou tirar um período para fazer alguma coisa que eu queira fazer e que me deixe feliz. Ir no cinema, apreciar uma boa comida ou bebida, dar uma volta no parque, enfim, o que quer que seja.
Esse post foi embalado pela trilha sonora de Pink Floyd - Pulse. Não podia ser de outro jeito. Outra música boa que encontrei é uma do Nick Cave - O'children.
Agora vou dormir. Deu meia noite, e a lua se escondeu.
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